Interlude

Park benches, once bathed in the golden warmth of the sun, now cradle the quiet weight of snow—soft and cold, a quilt woven by winter’s hand. It is a season not for haste, but for pause. A time to descend gently into stillness, to reflect, to rest. Beneath this frosty veil, Mother Nature whispers a secret: she is not asleep but preparing, gathering strength for her rebirth.

So too must we turn inward, nourishing our souls and tending to the gardens of our hearts. To slow down, to stop, to rest—these are not acts of surrender but profound affirmations of life itself. There is wisdom in yielding to the rhythm of the seasons, in honoring the truth that all living beings are bound to cycles of creation and renewal.

Let us embrace the quiet. Let us find grace in the stillness. For there is a time to labor, and there is a time to lay fallow. A time to build, and a time to mend. And in this precious interlude of restoration, we ready ourselves for the inevitable bloom to come.

Interlude

Os bancos do parque, outrora banhados pelo calor dourado do sol, agora acolhem o peso silencioso da neve, suave e fria, um manto tecido pela mão do Inverno. Esta não é uma Estação para a pressa, mas para a pausa. Um tempo para descer suavemente à quietude, para refletir, para descansar. Sob este véu gelado, a Mãe Natureza sussurra um segredo: ela não dorme, mas prepara-se, reunindo forças para o seu renascimento.

Também nós devemos voltar-nos para dentro, nutrindo a alma e cuidando dos jardins do nosso coração. Abrandar, parar, descansar, não são actos de rendição, mas afirmações profundas da própria vida. Há sabedoria em ceder ao ritmo das estações, em honrar a verdade de que todos os seres vivos estão ligados a ciclos de criação e renovação.

Abracemos o silêncio. Encontremos graça na quietude. Pois há um tempo para o trabalho e um tempo para repousar. Um tempo para construir e um tempo para restaurar. E, neste precioso intervalo de renovação, preparamo-nos para a inevitável floração que há de vir.

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