Jack’s FedEx Fiasco

(As Told by Me, Jack, the Storyteller Cat)

So, I had this genius idea. Brilliant, really. Why should humans have all the fun with shipping accounts? If I had my own FedEx account, life outside my window would finally be interesting. Vans, boxes, hustle, bustle—movement everywhere! Way better than just watching squirrels play tag.

And since I have my very own computer now (don’t ask where it came from—it just appeared, okay?), I could do it all myself. No phones. No humans. No Smores rolling her eyes. Just me, in charge.

I pictured it perfectly. Sending shiny objects to the finches (although honestly, who knows where they vanish to in winter). Mailing crumbs of bread to the ducks—oh wait, correction, geese. And why not have things delivered straight to me? Toys, snacks, catnip galore. Maybe even a gift for Mommy. And, fine, something small for Smores—though don’t let her think I’m turning soft.

So, I clicked the link in the FedEx email. Set up the account. Easy peasy. Until…

The computer had the audacity to say my address didn’t exist. Imagine that! I could literally see it in the drop-down menu, but nope—the system said, “Sorry, cat, you’re imaginary.” Excuse me?! I am right here. I exist! I have fur!

But fine. If I couldn’t make it work, I’d just close the account. No big deal, right? Wrong. The computer refused my meows (rude) and the humans on the phone were slower than a cat nap on a rainy day. Two hours. Two. Whole. Hours. Of waiting, meowing, stomping, pawing at the keyboard, and adding extra “MROOOWs” for emphasis.

Nothing.

At this point, I was in full-on meltdown mode. My tail was puffed, my whiskers frazzled, and I may have composed a very loud “Customer Service Symphony” in the key of MEEEE-OW.

And then—everything went sideways.

I blinked. Suddenly I wasn’t on hold anymore. I wasn’t at the computer. I was in Mommy’s arms, being cuddled while she whispered soft words to calm me down. Smores was glaring from across the room, tail flicking like a metronome. “Ridiculous cat,” she muttered. “Delusional. Trouble. Always drama.”

Turns out… I’d fallen asleep. The whole fiasco had been a dream. My paws never touched the keyboard, no FedEx trucks were coming, and Smores was furious because my midnight meowing had woken the entire house.

So what’s the lesson here?
Computers are confusing. Humans are slow. But a cat’s imagination? That always delivers—free shipping included.

A Grande Confusão com o FedEx

(Contada por Mim, Jack, o Gato contador de histórias )

Tive uma ideia genial! Brilhante, mesmo. Porque é que só os humanos hão de ter toda a diversão com contas da FedEx?! Se eu tivesse a minha própria conta, a vida fora da minha janela seria finalmente interessante. Carrinhas, caixas, corre-corre, movimento por todo o lado! Muito melhor do que ficar só a ver os esquilos a jogar à apanhada.


E como agora tenho o meu próprio computador (não perguntem de onde veio, simplesmente apareceu, está bem?), podia tratar de tudo sozinho. Sem telefonemas. Sem humanos. Sem a Smores a revirar os olhos. Só eu, no comando.

Imaginei tudo na perfeição. Enviar objetos brilhantes aos tentilhões (embora, sinceramente, ninguém saiba para onde desaparecem no inverno). Mandar migalhas de pão aos patos, perdão, gansos. E porque não receber entregas só para mim? Brinquedos, snacks, efva gateira à vontade. Talvez até uma prenda para a Mamã. E, pronto, qualquer coisa pequenina para a Smores, mas não deixem que ela pense que estou a ficar de coração mole.


Então, cliquei no link do e-mail da FedEx. Criei a conta. Fácil, fácil. Até que…

O computador teve a audácia de dizer que a minha morada não existia. Imaginem! Eu via-a ali, no menu, mas não, o sistema dizia: “Desculpa, gato, és imaginário.” Desculpe?! Eu estou mesmo aqui. Eu existo! Tenho pêlo!

Mas pronto. Se não dava para funcionar, paciência. Fecha-se a conta. Sem problema, certo? Errado. O computador recusava-se a entender os meus miados (uma enorme falta de respeito) e os humanos ao telefone eram mais lentos do que uma sesta de gato num dia de chuva. Duas horas. Duas! Inteirinhas! À espera, a miar, a bater com as patas no teclado, a acrescentar uns “MROOOWs” extra para ver se ajudava.

Nada.

A esta altura, estava em modo de colapso total. O meu rabo parecia uma escova, os bigodes estavam em franja e talvez, só talvez. eu tenha composto uma “Sinfonia do Apoio ao Cliente” em tom de MEEEE-OW bem alto.

E de repente tudo mudou.

Pisquei os olhos. Já não estava em espera. Já não estava no computador. Estava nos braços da Mamã, a ser aconchegado enquanto ela sussurrava palavras suaves para me acalmar. A Smores olhava de longe, com o rabo a abanar como um metrónomo. “Gato ridículo,” resmungou. “Delirante. Problemático. Sempre drama.”

Afinal… tinha adormecido. Toda a confusão com a FedEx tinha sido apenas um sonho. As minhas patas nunca tocaram no teclado, não vinha aí nenhuma carrinha e a Smores estava furiosa porque os meus miados noturnos tinham acordado a casa inteira.

Então, qual é a lição disto tudo?
Os computadores são confusos. Os humanos são lentos. Mas a imaginação de um gato? Essa entrega sempre e com portes grátis incluídos.

Leave a comment