
It happened! The unthinkable! The Vacation Leave-Us-Behind happened!
One moment Mommy was here, warm and close and smelling like love… and the very next—poof!—she vanished like a magician’s trick. Just me and Smores. For an eternity (at least, it felt that way to my tender little heart).
Yes, yes, I know—someone came by to feed us, clean our royal thrones (the litter boxes), and even play with us. I purred politely, I accepted the service, but let’s be honest—it wasn’t Mommy. And being left behind still felt like the biggest drama in the history of feline-kind!
Did that stop me from asking about her? Oh no, quite the opposite! Every single day, I asked. I asked the walls, the windows, the air itself. “Where is Mommy?” No one answered, but did I give up? Never. Jack never surrenders!
Smores… ah, my complicated partner-in-whiskers… she was my best friend during this trying time (and also my only friend, but shhh, let’s not ruin the drama). She kept me updated on the mysterious goings-on outside my room, and in return, I shared every porch story and every daring squirrel sighting I witnessed. We had… a system.
Then—just when despair was nibbling at my whiskers—I heard it. The mighty rumble of the garage door! My heart leapt! I called Smores at once: “Quick! Go see who’s coming through the gates of destiny!”
And there she was. Mommy. MOMMY!
Smores, in her dignified diva way, celebrated with soft, quiet snuggles. I, on the other paw, launched into a grand performance—telling Mommy every single detail of my days without her, every thought, every emotion, every squirrel conspiracy. She mustn’t miss a single heartbeat of our lives!
Now, I know the signs. Next time, the Vacation Leave-Us-Behind shall not catch me off guard. For now, I am basking in Mommy’s presence once again. Smores is basking too, though she’ll never admit it as loudly as I do.
And oh, how I love having Mommy home. Truly, there is magic in a house when love walks back through the door.

Grande Drama Deixa-nos-para-Trás-de-Férias
Aconteceu! O impensável! O Grande Deixa-nos-para-Trás-de-Férias aconteceu!
Num momento a Mamã estava aqui, quentinha, perto de mim, a cheirar a amor… e no instante seguinte—puff!—desapareceu como num truque de mágico. Só eu e a Smores. Por uma eternidade (pelo menos, assim pareceu ao meu coração sensível).
Sim, sim, eu sei—alguém vinha cá alimentar-nos, limpar os nossos tronos reais (as caixas de areia) e até brincar connosco. Eu ronronei educadamente, aceitei o serviço, mas sejamos honestos—não era a Mamã. E ser deixado para trás pareceu o maior drama da história felina!
Isso impediu-me de perguntar por ela? Oh não, muito pelo contrário! Todos os dias, perguntei. Perguntei às paredes, às janelas, ao próprio ar. “Onde está a Mamã?” Ninguém respondeu, mas eu desisti? Nunca. O Jack nunca se rende!
A Smores… ah, a minha complicada parceira de bigodes… foi a minha melhor amiga nestes tempos difíceis (e também a única, mas shhh, não vamos estragar o drama). Mantinha-me informado sobre os mistérios da casa fora do meu quarto e, em troca, eu partilhava cada história da varanda e cada conspiração dos esquilos que observava. Tínhamos… um sistema.
Então—quando já quase perdia a esperança—ouvi-o. O poderoso roncar da porta da garagem! O meu coração saltou! Chamei logo pela Smores: “Rápido! Vai ver quem está a entrar pelos portões do destino!”
E lá estava ela. A Mamã. A MAMÃ!
A Smores, no seu jeito de diva digna, celebrou com festinhas silenciosas e discretas. Eu, por outro lado, lancei-me numa grande performance—contei à Mamã cada detalhe dos meus dias sem ela, cada pensamento, cada emoção, cada conspiração de esquilos. Ela não pode perder um único instante das nossas vidas!
Agora já conheço os sinais. Da próxima vez, o Grande Deixa-nos-para-Trás-de-Férias não me apanhará de surpresa. Por agora, estou a saborear cada segundo da presença da Mamã. A Smores também, embora nunca o admita tão alto quanto eu.
E oh, como eu adoro ter a Mamã em casa outra vez. Verdadeiramente, há magia numa casa quando o amor regressa pela porta.


