The lyrics have been echoing in my mind — “I’ll always remember us this way.”
For two days in a row, the song seemed to find me, as if it carried a message only my heart could hear. And for longer than that, my thoughts have been drifting to you — softly, like a memory that never truly left.
What rises in me isn’t just sorrow, but something gentler — the tender ache of an innocent love. The kind that was pure and simple, untouched by time or loss. Ours was sunlight and laughter, friendship and wonder — love in its earliest, most unguarded form.
And yet, as the melody lingers, so does the ache — not only for what was lost, but for what might have been. They say we grieve not just the people we lose, but the possibilities that once felt certain — the paths we thought we’d walk together, the life we quietly dreamed. I understand that now.
It was one of those moments when a song becomes a mirror — reflecting both love and longing. And even through the ache, there’s a quiet comfort in remembering. Because pure love never fades; it simply changes form, finding new ways to stay.

É assim que me irei sempre lembrar de nós
Quando os Versos se Fundem na Vida
As letras têm ecoado na minha mente — “I’ll always remember us this way.”(Lembrar-me-ei sempre de nós assim.)
Durante dois dias seguidos, esta música pareceu encontrar-me, como se trouxesse uma mensagem que só o meu coração podia ouvir. Coincidência ou não, ultimamente tens ocupado os meus pensamentos, docemente, como uma lembrança que nunca partiu verdadeiramente.
O que tenho sentido não é apenas tristeza, mas algo mais delicado, a doce saudade de um amor inocente. Daquele amor puro e simples, intocado pelo tempo ou pela perda. O nosso foi feito de luz e riso, de amizade e encanto, um amor na sua forma mais inicial e desarmada.
E, no entanto, à medida que a melodia permanece, também fica a dor, não apenas pelo que se perdeu, mas pelo que poderia ter sido. Dizem que não choramos só as pessoas que partem, mas também as possibilidades que acreditávamos certas, os caminhos que pensámos percorrer juntos, a vida que, em silêncio, sonhámos. Agora entendo isso.
Foi um daqueles momentos em que uma canção se torna um espelho, refletindo tanto o amor como a saudade. E mesmo através da dor, há um conforto sereno em recordar. Porque o amor puro nunca desaparece; apenas muda de forma, encontrando novas maneiras de permanecer.

