by Jack, the (almost completly) black cat
I hadn’t been feeling quite myself lately. Something was off — an itch, a twitch, a tingle that refused to rest. Every time I sat down, it got worse, like invisible dancers having a party under my fur. I tried everything: pacing, rolling, licking, glaring at the ceiling — nothing worked.
Smores, of course, was watching me from her throne (also known as the heated blanket).
“Darling,” she said, her whiskers twitching with amusement, “you look like you’re auditioning for Dancing with the Cats.”

Very funny. I wasn’t in the mood.
Then Mommy made the discovery — and gasped so loud I jumped three feet.
“Fleas!” she said.
Fleas. The word echoed in my head like a horror movie soundtrack. Suddenly, everything made sense — the itching, the restlessness, the paranoia. I wasn’t going mad. The voices in my fur were real.

Before I could even protest, Mommy declared Operation De-Flea. Bottles appeared, towels were spread, and before I knew it, there it was — a collar.
Not a fashionable one. A flea collar.
Smores strutted over, her tail high.
“Oh, that thing,” she purred. “I’ve been wearing one for years. It’s called prevention, darling. You might want to try it sometime before scratching yourself bald.”
“It smells weird,” I muttered, sniffing suspiciously. “Like medicine and betrayal.”
“It smells like safety,” she replied, flipping her tail. “But what do I know? I’m just the experienced one.”
The first day, I hated it. The second, I tolerated it. By the third, I noticed something — the itching was easing. The invaders were retreating. Mommy was winning.
There were still daily battles, though: the combing (I’ll never forgive that brush), the oily potion between my shoulder blades, and the coconut oil sessions. Smores insists the coconut oil is for “shine,” but I suspect it’s also to make me smell like dessert.
One cold afternoon, while I watched the wind scatter leaves outside, I sighed. “Poor little creatures,” I said. “They didn’t mean harm. They just… hitched a ride.”

Smores rolled her eyes dramatically. “Oh, please. This isn’t a fairy tale, it’s pest control. Fleas carry diseases, darling. This is literally kill or be itchy.”
She wasn’t wrong. Mommy was right to step in — she always is. She’s the general of this household, and we’re her loyal (and occasionally dramatic) troops.
Now I feel like myself again — calm, glossy, and flea-free. I can nap without dancing, dream without scratching, and most importantly, reclaim my dignity.
Smores says I should be grateful. I am. But between you and me, if anyone ever says the word flea again… I might just move to the moon.
Mommy’s Note: How to Keep Fleas and Ticks Away
Fleas and ticks can sneak up even on the cleanest, happiest cats — especially those who love a little sunshine or time near open windows and porches. Here are some gentle but effective ways to protect your pets before a problem grows:
1. Check regularly: Comb your cat once a week with a fine-tooth flea comb, especially around the neck, tail base, and underarms. Look for dark specks (flea dirt) or tiny moving dots.
2. Use prevention consistently: Collars like Seresto, topical treatments like Frontline or Advantage II, or vet-prescribed options can all help. Never mix treatments without your vet’s approval.
3. Keep bedding clean: Wash and dry bedding, blankets, and soft toys weekly on high heat.
4. Treat the environment: Vacuum carpets, rugs, and cat trees frequently. Empty the vacuum right after.
5. Watch for signs: If your cat starts scratching more, overgrooming, or acting restless, check immediately — early detection saves a lot of trouble.
6. Outdoor safety: If your cat spends time outside or near open porches, prevention is even more important — fleas and ticks can hitchhike in from gardens or even on your clothes.
With a bit of vigilance (and a lot of love), you can keep your furry friends itch-free, happy, and moon-dream ready — just like Jack. 🌙🐾
And because every cat (and human) is different, here’s a little reminder before we wrap up:
Disclaimer:
This story is for informational and entertainment purposes only. It reflects personal experience and lighthearted storytelling, not veterinary advice. Always consult your veterinarian before starting, changing, or combining any flea or tick treatments, or if your pet shows signs of discomfort or illness.

O Dia em que Conheci o Exército das Pulgas
por Jack, o gato (quase totalmente) preto
Ultimamente não me tenho sentido muito eu. Há qualquer coisa estranha, uma comichão, um formigueiro, uma sensação irritante que não me deixa em paz. Sempre que me sento, piora, como se houvesse um baile secreto a acontecer debaixo do meu pêlo. Tentei de tudo: andar de um lado para o outro, rebolar, lamber, fitar o tecto… nada resultava.

A Smores, claro, observava-me do seu trono (também conhecido como manta aquecida).
“Querido,” disse ela, com aquele ar de quem já viu de tudo, “pareces que estás a ensaiar para o Dança com Gatos.”
Muito engraçado. Mas eu não estava com disposição para piadas.
Foi então que a Mamã fez uma descoberta e soltou um “Ah!” tão alto que até dei um salto.
“Pulgas!”, exclamou.
Pulgas. A palavra ecoou na minha cabeça como música de filme de terror. De repente, tudo fez sentido: a comichão, a inquietação, a sensação de loucura iminente. Eu não estava a enlouquecer. As vozes no meu pêlo eram reais.
Antes que pudesse protestar, a Mamã declarou o início da Operação Anti-Pulga. Apareceram frascos, toalhas, e, sem perceber bem como, lá estava ela: uma coleira.
Não uma de moda. Uma coleira antipulgas.
A Smores aproximou-se, com a cauda empinada e aquele ar de diva.
“Ah, isso,” ronronou. “Uso uma há anos. Chama-se prevenção, querido. Devias experimentar antes de te coçares até ficares careca.”
“Tem um cheiro estranho…” resmunguei, farejando. “… A remédio e traição.”
“Cheira a segurança,” respondeu ela, abanando a cauda. “Mas o que é que eu sei? Sou apenas a experiente.”
No primeiro dia, odiei-a. No segundo, tolerei-a. No terceiro, percebi uma coisa, a comichão estava a desaparecer. Os invasores estavam em retirada. A Mamã estava a vencer.
Ainda havia batalhas diárias: o pente (nunca perdoarei aquele pente!), o líquido oleoso entre as omoplatas, e as sessões de óleo de côco. A Smores jura que o óleo de côco é para “brilho”, mas eu desconfio que é para me deixar a cheirar a sobremesa.
Numa tarde fria, enquanto via o vento espalhar folhas lá fora, suspirei.
“Pobres criaturas,” disse eu. “Não fizeram por mal. Só queriam boleia.”
A Smores revirou os olhos com todo o dramatismo felino.
“Por favor,” disse ela. “Isto não é um conto de fadas, é controlo de pragas. As pulgas transmitem doenças, querido. Isto é literalmente matar ou coçar.”

Ela tinha razão. A Mamã fez o que era preciso, como sempre faz. Ela é a general desta casa, e nós somos as suas tropas leais (embora um bocadinho dramáticas).
Agora sinto-me novamente eu: calmo, lustroso e sem pulgas. Posso dormir sem dançar, sonhar sem coçar, e, acima de tudo, recuperar a minha dignidade.
A Smores diz que devo estar agradecido. E estou.
Mas entre nós… se alguém voltar a dizer a palavra pulga… mudo-me para a Lua.
Nota da Mamã: Como Prevenir Pulgas e Carraças
As pulgas e as carraças conseguem aparecer mesmo nos gatos mais limpos e bem cuidados — especialmente se gostam de apanhar sol, espreitar à janela ou passear um bocadinho no exterior. Aqui ficam algumas formas simples e eficazes de evitar que o problema se torne numa infestação:
1. Verificações regulares: Passe um pente fino (pente antipulgas) pelo pêlo uma vez por semana, especialmente na zona do pescoço, base da cauda e debaixo das patinhas. Procure pontinhos escuros (sujidade das pulgas) ou pequenos insetos em movimento.
2. Use prevenção de forma consistente: Coleiras como Seresto, tratamentos tópicos como Frontline ou Advantage II, ou produtos recomendados pelo veterinário são boas opções. Nunca combine diferentes produtos sem falar com o veterinário.
3. Mantenha as camas limpas: Lave e seque semanalmente, com água quente e temperatura alta, todas as mantas, camas e brinquedos de tecido.
4. Trate o ambiente: Aspire carpetes, tapetes e arranhadores com frequência e deite fora o conteúdo do aspirador logo de seguida.
5. Fique atento aos sinais: Se o seu gato começar a coçar-se mais, lamber-se em excesso ou mostrar-se inquieto, verifique de imediato — quanto mais cedo se detectar, mais fácil é resolver.
6. Cuidado com o exterior: Se o seu gato passa tempo ao ar livre ou perto de varandas e jardins, a prevenção é essencial — as pulgas e carraças podem vir em viagens inesperadas, até nas suas roupas.
Com um pouco de atenção (e muito amor), é fácil manter os seus amigos felinos felizes, sem comichões e prontos para sonhar com a Lua — tal como o Jack. 🌙🐾
E porque cada gato (e cada humano) é diferente, aqui fica um lembrete antes de terminarmos:
Aviso:
Este texto tem fins informativos e de entretenimento apenas. Baseia-se em experiências pessoais e numa narrativa leve, não em aconselhamento veterinário. Em caso de dúvida, ou antes de iniciar, alterar ou combinar qualquer tratamento contra pulgas ou carraças, consulte sempre o seu veterinário.

