A feline investigation into Mommy’s questionable décor choices
Guys… it finally happened. Mommy lost it. Like… really lost it.
And I love her with all nine of my lives, but I don’t even know what to say or do because…
She put an overgrown PLANT right in the middle of the living room.

Yes.
The middle.
Of my living room. A shared living room, technically, but we all know who truly runs the place.
I stared at it like:
“Is this a joke? A social experiment? A new guardian of the carpet? A shrub she rescued from the wild??”
Mommy was beaming, looking at this leafy beast like she had just planted a magic beanstalk or summoned a forest spirit. I didn’t have the heart to correct her… so I simply chose strategic denial.
Ignored the plant.
Ignored Mommy’s joyful squeaks.
Ignored the entire botanical disaster.

Then, when she wasn’t looking, I inspected the gigantic, photosynthesizing intruder.
And walked away.
Majestic. Confounded. Emotionally overwhelmed.

And of course, Smores is NO help.
She’s dancing around like someone sprinkled catnip on her whiskers shouting:
“THE TREE! THE TREE!”
So I asked her, very calmly, “What are you talking about?”
And she goes:
“It’s the Christmas Tree, silly goose! The flavored water bowl is here!!”

She really said that.
To me.
A sophisticated gentleman with impeccable instincts and good sense.
But here’s the thing:
The Christmas Tree is not merely a tree.
It is magic.
It appears once a year, glowing like a captured star, humming with sparkly enchantments humans pretend not to hear.
Its branches twinkle with tiny galaxies.
Its lights blink secret messages only cats can decode.
It’s covered in dangling treasures—glass moons, jingling planets, bouncy mysteries just waiting for a paw swipe.
It whispers:
“Climb me… if you dare. Claim your kingdom among my branches.”
And at the base?
A velvet skirt — our royal stage.
Perfect for dramatic poses, stealth naps, and plotting world domination.
The Christmas Tree is a miracle.
A playground.
A sparkly seasonal portal to chaos and joy.

This thing in the living room?
This is just a plant.
A big, leafy, judgmental plant in a pot.
I need advice.
Before Mommy names it, decorates it, or worse… expects us to respect it.
O Curioso Caso da Grande Planta
Uma investigação felina sobre as escolhas duvidosas de decoração da Mamã

Aconteceu.
A Mamã perdeu completamente a cabeça.
Eu amo-a com todas as minhas nove vidas, mas não sei mesmo o que dizer ou fazer:
Ela colocou uma PLANTA gigante bem no meio da sala!

Sim.
Mesmo no meio.
Da minha sala. Tecnicamente é de todos, mas sabemos bem quem manda ali.
Fiquei a olhar para aquilo tipo:
“Será uma piada?! Uma experiência social? Uma nova maneira de manter um tapete no sítio? Um arbusto que ela resgatou da selva??”
A Mamã estava radiante, a olhar para o monstro verde como se tivesse acabado de plantar um feijoeiro mágico ou de invocar um espírito da floresta.
E eu não tive coragem de lhe dizer a verdade… por isso optei pela negação estratégica.
Ignorei a planta.
Ignorei a alegria da Mamã.
Ignorei o desastre botânico inteiro.

Depois, quando ela desviou o olhar, fui inspecionar o intruso fotossintético gigante.
E afastei-me.
Majestoso. Confuso. Em choque emocional.
E claro, a Smores não ajuda NADA.
Anda pela casa aos pulos, como se tivesse cheirado erva gateira, a gritar:
“A ÁRVORE! A ÁRVORE!”
Perguntei-lhe, com toda a calma, “Do que é que estás a falar?”
E ela:
“É a Árvore de Natal, tontinho! A taça de água com sabor já está aqui!!”

Ela chamou-me tontinho.
A mim.
Um cavalheiro felino de bom senso e instinto apurado.
Mas aqui está a verdade:
A Árvore de Natal não é só uma árvore.
É magia pura.
Aparece uma vez por ano, a brilhar como uma estrela apanhada do céu, cheia de encantamentos que os humanos fingem não ouvir.
Os seus ramos piscam como pequenas galáxias.
As luzes enviam mensagens secretas que só os gatos conseguem decifrar.
Está coberta de tesouros pendurados: luas de vidro, planetas que tilintam, mistérios saltitantes à espera de uma patada. E sussurra:
“Trepa-me… se tens coragem. Reclama o teu reino entre os meus ramos.”
E na base?
A saia de veludo, o nosso palco real.
Perfeita para poses dramáticas, sestas estratégicas e conspirações de dominação mundial.
A Árvore de Natal é um milagre.
Um parque de diversões.
Um portal cintilante para o caos e a alegria.
Isto que está na sala?
Isto é só uma planta.
Uma planta grande, cheia de folhas… e a julgar-me.
Preciso de conselhos, de ajuda.
E antes que a Mamã lhe dê um nome, a decore, ou pior… espere que eu a respeite.


