From all her ridiculous Christmas decoration ideas, this one truly takes the cake.

Two giant holiday hulks — one a green reindeer, the other a snowman shaped like a tiny white tree — plopped right in front of my windows.
I already lost my favorite window view when Jack moved in and took over that room. Those were my original lookout posts — the perfect view of the road, the cars, the neighbors, the world. Then, this year, I discovered that the laundry room also faces the front of the house. A glorious new observation deck. Mine. Claimed.
And of course, there are the two glass panels by the front entrance — my security headquarters since day one. From there, I see everyone who comes and goes. Delivery people. Squirrels. Suspicious leaves. All under my watchful supervision.
Now? These two monstrosities block the light, the view — everything.
I get it. She picked them just to annoy me. And yes, there’s still a narrow little space between them and the glass where I can squeeze in and keep watch… but still.
Every time I strut down my catwalk toward the entrance, all I see are these oversized goofballs stealing my spotlight.

The trees, the twinkling lights, the stockings hanging just above the fireplace — where I expect a cozy fire every time I’m in my favorite bed? Yeah, I like all of that.
The music? Meh. Someone always sings off-key, but whatever. It’s not the end of the world. Sometimes I even catch myself enjoying it.
But these giant holiday hulks? No. Just no. That’s too much. I need to find a way to get them out of here. Knock them down, maybe? We’ll explore the options.

Oh, look — there goes the dog who thinks he owns the block. Silly goose. We’ll talk someday, but not now. It’s Christmas Season, and I don’t want to crush any tiny doggy dreams. And here comes the polite one — the neighbor dog who always greets me nicely.
Hello there! How’s the family? Did you have a good Christmas dinner? Happy Holidays to you too, sir.
Alright, folks — looks like I’m on guard duty now. Catch you later.
Love,
Smores

Smores Contra os Colossos de Natal
De todas as suas ideias ridículas de decoração de Natal, esta supera todas as outras.
Dois espantalhos de Natal gigantes: um é uma rena verde e o outro um boneco de neve em forma de pinheirinho branco, enfiados mesmo em frente às minhas janelas.
Já tinha perdido a minha vista favorita quando o Jack se mudou e ficou com aquele quarto. As janelas eram os meus antigos postos de vigia, a vista perfeita para a estrada, carros, vizinhos, enfim para o mundo. Este ano, descobri que a lavandaria também fica virada para a frente da casa. Um novo e glorioso miradouro. Meu. Reivindicado.
E, claro, há também os dois painéis de vidro junto à entrada da frente, o meu quartel-general de segurança desde o primeiro dia. Dali vejo toda a gente que entra e sai. Estafetas. Esquilos. Folhas suspeitas. Tudo sob a minha vigilância atenta.
E agora?! Estes dois monstros bloqueiam a luz, a vista, tudo!

Eu sei. Ela escolheu-os de propósito para me chatear. E sim, ainda existe um pequeno espaço entre eles e o vidro onde consigo enfiar-me e continuar a observar… mas mesmo assim.
Sempre que desfilo pela minha passerelle em direção à entrada, tudo o que vejo são estes palhaços gigantes a roubar-me o protagonismo.
Sinceramente? Não me importo com o resto das decorações. O pequeno comboio à volta da árvore? Adoro. É divertidíssimo persegui-lo, derrubá-lo e depois fingir que estou a ajudar a pô-lo novamente nos carris. Ver alguém a lutar para colocá-lo no lugar é entretenimento puro.

As árvores, as luzes cintilantes, as meias penduradas por cima da lareira, onde eu espero que a fogueira sempre esteja acesa e a minha cama preferida bem quentinha? Sim, gosto de tudo isso.
A música? Meh. Há sempre alguém a cantar desafinado, mas pronto. Não é o fim do mundo. Às vezes até dou por mim a gostar. Mas estes bonecos de Natal gigantes? Não. Simplesmente não. É demais. Tenho de arranjar maneira de os tirar dali. Derrubá-los, talvez? Vamos explorar as opções.

Ah, vejam — ali vai o cão que pensa que é dono da rua. Patareco! Um dia falaremos sobre isso, mas não hoje. Estamos no tempo do Natal e não quero destruir coraçõezinhos caninos.
E ali vem o educado, o cãozinho simpático que me cumprimenta sempre.
Olá! Então, como está a família? Tiveram um bom jantar de Natal? Boas Festas para si também, senhor.
Muito bem, pessoal, parece que estou de serviço de vigia agora. Até logo.
Com carinho,
Smores


