Tonight, I handled things with all the grace of a true diva.

I stayed put in my room while Jack roamed outside. Of course, I noticed him — how could I not? — but I decided not to make it a whole dramatic production. Sometimes, strength isn’t about noise or fuss; sometimes, it’s simply knowing when to hold your ground and own your space.
After a while, I chose to step out. And that, dear humans, is the important part: I chose when and how. Jack was already tucked in his own room, safe and sound. No messy visible sharing for me, thank you very much.
Mommy and I played—because play is good for the soul and a lovely reminder that humans must never forget their duties. When I finally felt delightfully tired, I claimed my throne: the back of the sofa, the perfect perch to supervise my kingdom while looking effortlessly elegant.
The night settled then. Quiet. Proper. Exactly how a diva likes it.
When it was time, I gave a gentle reminder—because I’m nothing if not polite—that bedtime and treats awaited. Everything was as it should be. One last check of the house for security, and maybe, just maybe, a quick zoomie or two. Even the most well-behaved and utterly refined cats have their wild moments, right? (Don’t judge.)

When the zoomies were done and the time truly came to settle, I gracefully arranged myself on my human’s lap and began my nightly beauty ritual. Paws cleaned. Face washed. Whiskers perfectly adjusted. One simply must never go to bed unprepared.

Jack stayed quietly in his room—no howling, no crying, no ruckus. The house behaved itself. No boundaries crossed.
Some nights don’t call for bravery or confrontation. Some nights call only for good boundaries, a warm lap, and a little time to look after oneself.
I finished my routine feeling safe, adored, and exactly where I belong.
Sleep well, darlings.
— Smores 💖

A Rotina Nocturna da Smores
Esta noite, lidei com tudo com toda a graça de uma verdadeira diva.
Fiquei no meu quarto enquanto o Jack andava por aí. Claro que reparei nele — como não iria? — mas decidi não fazer disso um grande drama. Às vezes, a força não está no barulho ou na confusão; às vezes, está simplesmente em saber quando manter o nosso espaço e dominá-lo com elegância.
Passado um bocado, escolhi sair. E essa, queridos humanos, é a parte importante: eu escolhi quando e como. O Jack já estava no seu quarto, tranquilo e sossegado. Nada de partilhas à vista para mim, muito obrigada.
A mamã e eu brincámos — porque brincar é bom para a alma e uma excelente maneira de lembrar os humanos os seus deveres. Quando me senti finalmente cansada, conquistei o meu trono: as costas do sofá, o lugar perfeito para supervisionar o meu reino enquanto pareço irresistivelmente elegante.

A noite assentou então. Silenciosa. No ponto. Exatamente como uma diva gosta.
Quando chegou a hora, chamei a atenção de uma forma delicada, porque sou muito educada, de que estava na hora da cama e do meu petisco.
Tudo como devia ser. Uma última ronda de segurança pela casa, e talvez, só talvez, uns zoomies rápidos. Mesmo os gatos mais comportados e absolutamente refinados têm os seus momentos selvagens, não é? (Não me julguem.)
Quando os zoomies acabaram e chegou mesmo a hora de me acalmar, ajeitei-me com toda a graça no colo da minha humana e comecei a minha rotina nocturna de beleza. Patas limpas. Cara lavada. Bigodes perfeitamente alinhados. Nunca se deve ir dormir despreparada.

O Jack ficou quietinho no seu quarto, sem uivos, sem choros, sem confusão, sem drama. A casa comportou-se muito bem. Nenhum limite foi ultrapassado.
Algumas noites não pedem coragem nem confronto. Algumas noites pedem apenas bons limites, um colo quente e um pouco de tempo para cuidar de nós próprios.
Terminei a minha rotina a sentir-me segura, adorada e exatamente onde pertenço.
Durmam bem, queridos.
— Smores 💖


