Fern, the Winter Storm – Part II

And here we are, with the storm fully upon us.

I am waiting for the fairies.
Although… I suspect the loud machines outside may have frightened them away. The machines are very rude and have no magic whatsoever.

Mommy explained that it’s okay. She says the machines are here to clear the roads, driveways, and sidewalks so people can get to work safely.
I asked an important question: If the machines weren’t here, would people have to stay home?
She said… maybe.

I think that would be better.
Especially if Mommy stayed home.
Just saying.

I have been requesting extra cuddles today (politely, but insistently). I called for Mommy until she came to the room, as she should. Now we are enjoying a movie and popcorn. Well—she is enjoying popcorn. I am enjoying my treats. Not popcorn. She would never. I am delicate. And regal.

Smores is on her chosen throne in front of the fireplace. She selected it herself. Very official. Very queenly.

For me, this is my first great snowstorm with Mommy.
And it is an important one for Smores too. She attempted to go outside, took one look at the situation, and immediately reconsidered her life choices. It was far too cold. She does not like snow. Or rain.
I agree.

Water is for drinking only. Preferably from a fountain.
That is all.

I believe the fairies may return later, during fairy night time, when the machines are sleeping and the world is quieter. That is usually when important magic happens.

So I think I will take a nap now, while Mommy is here.
This will allow me to stay awake later, just in case the fairies arrive and need supervision.

Storms require vigilance.
And snacks.
And cuddles.
—Jack

Fern, a Tempestade de Inverno – Parte II

E aqui estamos nós, no meio da tempestade. Neve por todos os lados.

Estou à espera das fadas…
Embora suspeite que as máquinas barulhentas lá fora as possam ter assustado. As máquinas são muito mal-educadas e não têm magia nenhuma.

A Mamã explicou-me que está tudo bem. Disse que as máquinas estão aqui para remover a neve das estradas, entradas das casas e dos passeios, para que as pessoas possam ir trabalhar em segurança.
Fiz uma pergunta importante: se as máquinas não estivessem aqui, as pessoas tinham de ficar em casa?
Ela disse… talvez.

Acho que isso seria melhor.
Especialmente se a Mamã ficasse em casa.
Só estou a dizer.

Hoje pedi miminhos extra (educadamente, mas com insistência). Chamei a Mamã até ela vir ao quarto, como é óbvio. Agora estamos a ver um filme e a comer pipocas. Bem, ela está a comer pipocas e eu estou a comer os meus snacks. Não pipocas. Ela nunca o permitiria.
Eu sou muito delicado.
E régio.

A Smores está no seu local escolhido em frente à lareira. Foi ela que escolheu. Muito oficial. Qual rainha no seu trono!

Para mim, esta é a minha primeira grande tempestade de neve com a Mamã.
E também é uma importante para a Smores. Ela tentou ir lá fora, deu uma olhadela à situação e reconsiderou imediatamente as suas escolhas de vida. Estava frio demais. Ela não gosta de neve. Nem de chuva.
Concordo plenamente.

A água é só para beber. De preferência de uma fonte.
E pronto.

Acredito que as fadas possam voltar mais tarde, durante o tempo nocturno das fadas, quando as máquinas estiverem a dormir e o mundo estiver mais silencioso. É normalmente nessa altura que a magia importante acontece.

Por isso, acho que vou fazer uma sesta agora, enquanto a Mamã está aqui. E, assim, posso ficar acordado mais tarde, caso as fadas apareçam e precisem de supervisão.

As tempestades exigem vigilância.
E snacks.
E miminhos.
— Jack

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