Street Saturday – Market

Here’s a moment from the past, long before the fire took “my” market away.

Photography is never just a click—it’s a doorway back in time.

Looking at this photo, I’m gently carried back to that day—the small victories: finally finding a parking spot after circling twice, right where I like it, close to an exit so I can quickly return to the car once the shopping is done. A beautiful day, perfect for savoring the rhythm of market life—the coming and going, the gentle pauses to breathe.

Wandering among familiar faces, warm smiles, and voices that feel like home—gathering fresh produce, fragrant bakery goods, and simple ingredients for wholesome meals—bringing home items with a story, a face, and a name, and the promise of meeting again soon.

I can almost feel the ease of leaving the heavy bags behind for a moment, stepping back inside to pick up fresh pretzels, flowers, and share a little chat—just five minutes more.

It’s in these small, simple moments that life feels full—alive, seen, and tenderly human.

Holding onto these gentle fragments, I carry hope forward.

Ruas ao Sábado – O Mercado

Aqui está mais um momento repescado do passado, muito antes do fogo ter levado “o meu” mercado.

A Fotografia nunca é apenas um clique, é uma porta para outras dimensões.

Ao olhar para esta foto, sou transportada para aquele dia e às suas pequenas vitórias: finalmente encontrar um lugar para estacionar depois de dar duas voltas ao quarteirão e ficar num dos meus sitios preferidos, perto de uma saída para poder voltar rapidamente ao carro quando acabar as compras. Um dia lindo, perfeito para saborear o ritmo da vida do mercado, o vai e vem, a azáfama ou as pausas para respirar vida.

Recordações de andar entre rostos familiares, sorrisos calorosos e vozes conhecidas, comprar produtos frescos, pães acabados de sair do forno e ingredientes simples para refeições saudáveis. E trazer para casa coisas que têm uma história, um rosto e um nome, e no ar fica a promessa de nos encontrarmos de novo em breve.

Consigo quase sentir o alívio de deixar os sacos pesados dentro do carro e voltar a entrar para comprar pretzels frescos, flores e conversar durante só mais cinco minutos.

São nesses pequenos momentos simples que a vida ganha sentido,  plenitude, valor, humanidade.

Apegando-me a esses fragmentos delicados, trago a esperança comigo para o mundo.

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