The calendar, frankly, is out of control.
I cannot keep up with the celebrations. Today is Carnaval Monday — also known as Fat Monday — and I just found out this morning it is Presidents’ Day.
One minute humans are whispering about Carnaval — colors, confetti, dramatic costumes (which I was not consulted about, by the way). The next minute I discover it is Presidents’ Day.
So, first things first.
Fat Monday is the Monday before Mardi Gras (which literally means Fat Tuesday in French). It is the second day of Carnaval. The first day was Sunday. There is also a saying: “Life only lasts two days… but Carnaval lasts three.”
I do not pretend to understand it, but humans seem very confident about it.

Then today, here in the United States of America, we celebrate Presidents’ Day. There I was, surfing the great ocean of information called the World Wide Web, when I discovered a story about the very first president, George Washington, and a cherry tree.
At this point, I began urgently calling Mommy. We do not have much time. There is a story to tell. Photos to stage. A blog to publish before bedtime.
History waits for no cat.
This is a lot for one dignified house panther to process before dinner.
But then — the Cherry Story.
Now.
I did my research (by sitting firmly on the phone while Mommy attempted to read).

There is a legend about young George, who was given an axe and chopped down his father’s favorite cherry tree. When confronted, he calmly confessed:
“I cannot tell a lie.”
First of all…
Who chops down a cherry tree?
Second of all…
Who admits it immediately?
Logic? Is anyone home?
If a plant tips over in this house, we all understand there are possibilities. Gravity. A sudden breeze. A mysterious planetary realignment. Or possibly Smores.
It is never me.
Still… I must admit — I admire the honesty. Smores, in fact, is adamant about truth.
I can absolutely see her standing tall and declaring, “I cannot tell a lie.”

She is, after all, our household ruler. Dramatic. Direct. Presidential.
It takes courage to stand before your human and confess to horticultural destruction. That is presidential-level bravery.
Let us pause again.
If something falls in this house — a plant, a pen, a suspiciously lightweight decorative object — there are procedures.
First, you freeze.
Second, you widen your eyes.
Third, you casually groom one paw as though you were nowhere near the incident.
This is the way.
And yet… this young future president chose truth.
Bold.
Dramatic (Smores level).
Almost reckless.
I respect it.
So today, in honor of Presidents’ Day and in defense of all cherry trees everywhere, I, Jack, make the following presidential promises:

– I will protect all houseplants (unless they fall by themselves).
– I will tell the truth… with artistic timing.
– I will defend every sunbeam in this household.
– And I will never, ever chop down a cherry tree.
Mostly because I do not have opposable thumbs.
And let it be known: I do not possess an axe.
I do, however, possess integrity.
And excellent teeth. The ones left.
Which will not be used on any cherry trees.
Now please excuse me.
There are photos to stage.
History to honor.
A reputation to maintain.
And apparently, a Cherry Story that must be published before bedtime… or it will be too late.
Time is of the essence.
Because sometimes the smallest stories — about trees, truth, and tiny acts of courage — are the ones that keep a home standing strong.
President Jack
Guardian of Sunlight
Protector of All Things Cherry
Todas As Cerejeiras E Coisas Afins
O calendário, francamente, está a ficar fora de controlo.
Não consigo acompanhar as celebrações. Hoje é Segunda-feira de Carnaval, também conhecida como Segunda-feira Gorda. E só esta manhã é que descobri que é também o Dia dos Presidentes.

Num minuto, os humanos estão a sussurrar sobre o Carnaval — cores, confetti, trajes dramáticos (dos quais não fui consultado, aliás) e, no minuto seguinte, descubro que é Dia dos Presidentes.
Vamos por partes.
A Segunda-feira Gorda é a segunda-feira antes da Mardi Gras (que significa literalmente Terça-feira Gorda em francês). É o segundo dia do Carnaval. O primeiro dia foi Domingo. Existe também um ditado: “A vida só dura dois dias… mas o Carnaval dura três.”
Nem sequer me atrevo a compreender, mas os humanos parecem muito confiantes quanto a isso.
Hoje, aqui nos Estados Unidos da América, celebramos o Dia dos Presidentes. E lá estava eu, a navegar no vasto oceano de informação chamado World Wide Web, quando descobri uma história sobre o primeiro presidente, George Washington e uma cerejeira.

Comecei então a chamar a Mamã com insistência e pressa. Não temos muito tempo. Há uma história para contar. Fotografias para preparar. Um blog para publicar antes de ir dormir.
A História não espera por um gato.
Isto tudo é demais para um digníssimo gato doméstico processar antes do jantar.
Mas vamos lá à História da Cerejeira.
Fiz a minha pesquisa (sentado firmemente no telefone enquanto a Mamã tentava ler). Diz a lenda que o jovem George, recebeu um machado e cortou a cerejeira favorita do pai. Quando confrontado, confessou calmamente:
“Não posso mentir.”
Mas.. mas…
Antes de mais…
Quem corta uma cerejeira?
E ainda por cima…
Quem admite imediatamente?
Lógica? Está alguém aí?

Se uma planta cai nesta casa, todos compreendemos que há várias possibilidades: gravidade. Uma brisa súbita. Um misterioso desalinhamento planetário. Ou possivelmente a Smores.
Nunca sou eu.
Ainda assim… devo admitir que admiro a honestidade. Na verdade, a Smores é muito rigorosa com a verdade.
Consigo vê-la perfeitamente a erguer-se e a declarar: “Não posso mentir.”
Ela é, afinal, a nossa governante da casa. Dramática. Direta. Presidencial.
É preciso coragem para enfrentar o nosso humano e confessar destruição horticultural. Isso é coragem ao nível presidencial.
Façamos novamente uma pausa.
Se algo cai nesta casa: uma planta, uma caneta, um objeto decorativo suspeitosamente leve, existem procedimentos.

Primeiro, ficasse totalmente imóvel.
Segundo, abres bem os olhos.
Terceiro, lavas casualmente uma pata como se não tivesses nada a ver com o incidente.
É assim que se faz.
E, ainda assim… este jovem futuro presidente escolheu a verdade.
Ousado.
Dramático (nível Smores).
Quase imprudente.
Eu respeito.
Por isso, hoje, em honra do Dia dos Presidentes e em defesa de todas as cerejeiras do mundo, eu, Jack, faço as seguintes promessas presidenciais:
– Protegerei todas as plantas da casa (a menos que caiam sozinhas).
– Direi a verdade… com timing artístico.
– Defenderei todos os raios de sol desta casa.
– E nunca, jamais, cortarei uma cerejeira.
Principalmente porque não tenho polegares opositores.
E que fique claro: não possuo um machado.
Tenho, no entanto, integridade.
E dentes excelentes. Os que ainda restam.
Que não serão usados em nenhuma cerejeira.
Agora, por favor, desculpem-me.
Há fotografias para preparar.
História para honrar.
Uma reputação para manter.
E aparentemente uma História da Cerejeira que deve ser publicada antes de ir dormir… ou será demasiado tarde.
O tempo é precioso.
Porque, às vezes, as histórias mais pequenas, sobre árvores, a verdade e atos minúsculos de coragem, são aquelas que mantêm um lar firme e seguro.
Presidente Jack
Guardião da Luz do Sol
Protector de Todas as Cerejeiras e coisas afins


