By Jack. Almost entirely black. Two tiny white dots. Intensely Certified Acupressure Practitioner — Feline Division

The other evening, the air shifted.
Not loudly.
Not dramatically.
But I felt it in my whiskers.
An imbalance.
Now, I am often in my private quarters (temporary injustice), so I conduct routine vocal alerts just in case:
Has Mommy eaten?
Has she slept?
Is there emotional turbulence requiring immediate intervention?
I was released.
Inspection complete — baseboards cleared, hallway secure, no rogue dust particles — I joined Mommy on the couch.
She was sitting upright.
Unfortunate, but manageable.
I began gently. A soft paw. A polite knead.

Diagnosis confirmed: severe tension in the area below the collarbone — the zone humans instinctively protect as though it contains ancient scrolls.
I applied pressure.
Left.
Right.
Press.
She flinched.
Excellent.
She attempted relocation to her knees.
Rookie mistake.
I returned immediately to the upper chest region with increased determination. Tiny claws slightly extended for traction — purely structural, not aggressive. One must not slide during critical work.
She shifted again.
My tail — a magnificent therapeutic instrument — brushed directly across her eyes.
Once.
Twice.
Repeatedly.
Accidental? No.
Energetic cleansing.
She blinked.
I pressed harder.
Then I located the secondary epicenter:
That very specific place high on the stomach, just beneath where swallowing begins — the gateway between breath and emotion. The place where sighs get trapped and unspoken thoughts take residence.
Yes. There.
Both paws. Firm.
She made a sound.
I intensified.
Tiny claws almost touched skin as I clung for optimal leverage. Stability is essential in advanced practice.
She tried once more to redirect me.
What followed can only be described as a Tactical Repositioning Maneuver.
I circled.
Quick pivot.
Tail across face.
Light hop.

And in one fluid motion, I almost vaulted over her head — landing precisely back at the forbidden upper zone below the collarbone.
Precision.
Commitment.
Drama.
She gasped.
I resumed kneading as if nothing extraordinary had occurred.
Left.
Right.
Press.
Insist.
She said, “Jack… Stop! That hurts.”
Which in therapeutic language means:
“You have found it.”
So naturally, I stayed.
I alternated between the collarbone zone and the upper stomach threshold with unwavering devotion. Every attempt to move me resulted in a swift, slightly chaotic return — sometimes via shoulder climb, sometimes via strategic tail blindness, once via near-head leap.
Eventually, something shifted.
Her shoulders dropped.
Her breathing slowed.
Her resistance faded.
And then she said it:
“The way you apply pressure with your tiny paws, you would make a very good acupressure technician.”
Recognition.
Validation.
Professional breakthrough.
I sealed the session with one final, perfectly placed step on the most sensitive point — for energetic closure — flicked my tail across her face one last time (purification), and dismounted with dignity.
The Healing Cat strikes again.

Advanced sessions include:
• Tail-to-eye realignment therapy
• Claw-assisted grounding
• Surprise aerial reentry
Payment accepted in treats.
Hydration mandatory.
Sitting upright strongly discouraged.
O Gato Terapeuta: Especialista em Acupressão Caótica Terapeuta
Por Jack. Quase todo preto. Duas pequenas manchas brancas.Terapeuta de Acupressão Intensamente Certificado – Divisão Felina
Na outra noite, o ar mudou.
Não foi barulho.
Não foi drama.
Mas eu senti.
Algo estava… desalinhado.
Como sabem, estou frequentemente instalado nos meus aposentos privados (situação profundamente injusta, mas temporária, dizem-me), por isso realizo chamadas de verificação regulares. Responsabilidade profissional.

A Mamã comeu?
Dormiu?
Detecta-se alguma turbulência emocional que exija intervenção imediata?
Fui libertado dos meus aposentos.
Após inspeção completa, rodapés verificados, corredores patrulhados, nenhuma partícula suspeita, instalei-me no sofá com a Mamã.
Ela estava sentada.
Erro técnico.
Mas eu adapto-me.
Comecei suavemente. Uma pata. Depois a outra.
Diagnóstico imediato: tensão acumulada na zona abaixo da clavícula, aquela área que os humanos protegem instintivamente como se guardassem documentos confidenciais do Estado.
Apliquei pressão.
Esquerda.
Direita.
Pressão firme.
Ela encolheu-se.
Confirmação do que eu suspeitava.

Tentou deslocar-me para os joelhos.
Ingénua…
Regressei imediatamente à zona superior, com maior determinação. As minhas pequenas unhas ficaram ligeiramente expostas, não por agressividade, mas por estabilidade estrutural. Um terapeuta não pode escorregar durante um procedimento crítico.
Ela voltou a recolocar-me.
A minha cauda, um instrumento terapêutico multifuncional, roçou os seus olhos.
Uma vez.
Duas.
Várias.
Acidental? Não!
Limpeza energética ocular.
Ela piscou os olhos.
Eu intensifiquei o tratamento.
Foi então que identifiquei o segundo epicentro:
Aquela zona alta do estômago, mesmo por baixo do ponto onde começa a deglutição: a fronteira entre o peito e a barriga. O lugar onde os suspiros ficam presos e os pensamentos acumulam peso.
Sim. Ali.
Duas patas. Firmes.
Ela fez um som.
Excelente!
Aumentei a pressão.

As unhas quase tocaram na pele enquanto eu me agarrava para obter alavancagem adequada. A técnica exige compromisso.
Ela tentou novamente redirecionar-me.
O que se seguiu foi uma Manobra Estratégica de Reentrada Energética.
Girei à volta dela.
Cauda pelos olhos.
Pequeno salto.
E num movimento fluido, quase saltei por cima da cabeça da Mamã e aterrei exactamente onde queria: na zona abaixo da clavícula.
Precisão.
Convicção.
Teatro.
Ela suspirou fundo.
Eu continuei como se nada tivesse acontecido.
Esquerda.
Direita.
Pressão.
Insistência.
“Jack… pára, estás a magoar-me.”
Tradução terapêutica:
“Encontraste.”
Alternei entre a zona abaixo da clavícula e aquele ponto alto do estômago com dedicação absoluta. Cada tentativa de me afastar resultava num regresso ainda mais determinado — às vezes via ombro, às vezes via cegueira temporária causada pela cauda, uma vez via quase-salto acrobático.
Até que algo mudou.
Os ombros dela relaxaram.
A respiração abrandou.
A resistência dissolveu-se.
E então ouvi as palavras que todo profissional espera:
“Com a forma como aplicas pressão com essas patinhas, serias um óptimo técnico de acupressão.”
Reconhecimento.
Validação.
Consagração.
Para selar a sessão, dei mais um passo perfeitamente colocado no ponto mais sensível — encerramento energético obrigatório — passei a cauda pelo rosto dela uma última vez (purificação final) e desmontei com dignidade.
O Gato Terapeuta ataca novamente.

Sessões avançadas incluem:
• Terapia de Realinhamento Óculo-Caudal
• Ancoragem Assistida por Garras
• Reentrada Aérea Surpresa
Sessões disponíveis entre o jantar e o segundo jantar.
Pagamento aceite em guloseimas.
Hidratação obrigatória.
Sentar-se direito é desaconselhado.

