
I hope you all had a wonderful time celebrating Halloween.
Let me tell you a secret: when I was a kid growing up in Portugal, I read a kids magazine about witches that explained different traditions from around the world and that was when I learned about Halloween. I found it so unfair that Portugal didn’t have a day where we got to dress up and collect treats!
Yes, we do celebrate All Saints’ Day—it’s even a holiday. Kids go door to door asking for Pão por Deus, and they receive little treats (that may or may not be candy), but costumes? Those are strictly reserved for Carnaval.
So that year, I rummaged through the house, threw together a witch costume with whatever I could find, and proudly paraded down the street to my godparents’ door, inventing my own Halloween!
My first Halloween was homemade, with mismatched clothes, a makeshift broom, and all the enthusiasm I could muster. And let’s just say my “trick-or-treating” attempt that year was as much a surprise to me as to them when opened their door!
Espero que tenham passado um Halloween maravilhoso!
Deixem-me contar-vos um segredo: quando era miúda, a crescer em Portugal, li uma revista infantil sobre bruxas que explicava diferentes tradições pelo mundo fora e aprendi o que representava o Halloween. Apesar de compreender que pouco ou nada está relacionado com tradições portuguesas, não me impediu de achar injusto que, em Portugal, não tivéssemos um dia para nos mascararmos e pedir guloseimas!
Sim, celebramos o Dia de Todos os Santos, que até é feriado. As crianças vão de porta em porta a pedir o Pão por Deus e recebem pequenas ofertas (que podem ou não ser doces), mas máscaras e fantasias? Essas são estritamente reservadas para o Carnaval.
Então, nesse ano, revirei a casa, improvisei um disfarce de bruxa com o que consegui encontrar e desfilei orgulhosamente pela rua até à porta dos meus padrinhos, a inventar o meu próprio Halloween!
O meu primeiro Halloween foi caseiro, com roupas desencontradas, uma vassoura improvisada e todo o entusiasmo que consegui reunir. E digamos apenas que a minha tentativa de “doçura ou travessura” foi tão surpreendente para mim como para eles, quando abriram a porta!

