Every morning begins the same way. The Hooman, in all her flawed logic, lets Smores stay in bed a little longer, locks her in, and then finally comes to my quarters to grant me freedom. Don’t get me wrong—I do appreciate this gesture. It’s a fine moment, full of promise. But let’s be honest: I require my breakfast first. Immediately. Without delay. My energy levels demand a full charge before I can engage in my legendary morning sprints, hallway zoomies, and strategic back-porch inspections.
Now, the Outsides… ah, the glorious Outsides! Noisy, full of mysterious contraptions (the Hooman calls them ‘machines,’ whatever those are), but still wonderful. The crisp air on my face! The symphony of birds chirping just for me! It’s a grand experience—one I savor after breakfast. Yet, the Hooman insists on this reverse order, prioritizing freedom first, food second. Absurd.
I have tried to communicate my concerns. Clearly. Repeatedly. Loudly. Either the Hooman pretends not to understand, or she’s still trapped in that peculiar half-sleep state she enters every morning. Today, however, I took matters into my own paws. A strategic maneuver: leading her into the food room again and again until she surrendered to my superior logic. Victory! Breakfast was served first, and, in an unprecedented move, I was immediately released.
Now, Smores remained locked in, which is an issue—not because I care, obviously, but because it disrupts my future plans. Tomorrow, I will reassess and adjust my strategy accordingly.
One thing is certain: the Hooman and I communicate constantly. I can tell she admires my brilliance, for she never stops talking to me. Always exclaiming things, always praising. How could she not? My resourcefulness, my charisma, my ability to shape reality to my will—who wouldn’t be impressed?
The morning routines are evolving, my tactics sharpening. I am Jack, Master of Mornings. And tomorrow, we go again.




Todas as manhãs começam da mesma maneira. A Hooman, com a sua lógica duvidosa, deixa a Smores ficar mais um bocadinho na cama, tranca-a no quarto e só depois vem ao meu aposento para me conceder a liberdade. Não me interpretem mal—eu até aprecio o gesto. É um momento cheio de promessas. Mas sejamos sinceros: eu preciso do meu pequeno-almoço primeiro. Imediatamente. Sem demoras. Os meus níveis de energia exigem um carregamento total antes de me dedicar às minhas lendárias corridas matinais, aos ziguezagues épicos pelo corredor e às minhas inspeções estratégicas à varanda das traseiras.
E o Grande Mundo Lá-Fora… ah, o glorioso Grande Mundo Lá-Fora! Barulhento, cheio de engenhocas misteriosas (a Hooman chama-lhes “máquinas”, seja lá o que isso for), mas ainda assim maravilhoso. O ar fresco a bater-me na cara! A sinfonia dos pássaros a cantar só para mim! É uma experiência sublime, uma que eu gosto de saborear depois do pequeno-almoço. Mas a Hooman insiste em inverter a ordem, dando-me liberdade primeiro e comida depois. Inaceitável.
Já tentei explicar-lhe a minha posição. Com clareza. Várias vezes. Em alto e bom som. Ou a Hooman finge que não percebe, ou ainda está naquele estado estranho de “meia a dormir” em que entra todas as manhãs. Mas hoje, tomei as rédeas da situação. Implementei uma manobra estratégica: fiz com que me seguisse para a sala da comida várias vezes, até que finalmente se rendeu à minha lógica superior. Vitória! Pequeno-almoço servido primeiro e, num movimento sem precedentes, fui imediatamente libertado.
Agora, a Smores continuou fechada, o que é um problema, não porque eu me importe, obviamente, mas porque interfere nos meus planos futuros. Amanhã, reavaliarei a situação e ajustarei a minha estratégia conforme necessário.
Uma coisa é certa: eu e a Hooman comunicamos constantemente. Sei que ela admira o meu brilhantismo, porque nunca para de falar comigo. Está sempre a exclamar coisas, sempre a elogiar-me. Como poderia não o fazer? A minha inteligência, o meu carisma, a minha capacidade de moldar a realidade à minha vontade, quem não ficaria impressionado?
A rotina matinal está a evoluir, as minhas táticas a aprimorarem-se. Eu sou Jack, o Mestre das Manhãs. E amanhã, voltamos à carga.

