So. Today started as another Saturday.
Except Mommy was still in bed, with Smores.
I would like everyone to pause here and consider the situation:
It was Saturday, my stomach was awake, my hunger was awake, my litter box was waiting to be inspected and I was awake.
Mommy, however, was still with Smores.
For a very long time. I tried to be patient, I really did. But a cat can only be patient for so long when breakfast, a walk, and his Mommy are all being delayed.
So I called her, I had to.

I let her know that I needed my food, I needed my morning walk. And I needed my Mommy!
Because, you see, if Mommy is home more, then I need Mommy more.
It is only logical. Not just half an hour. Not forty-five minutes.
I need the whole morning. Smores had her all night and I believe in fairness.
But when Mommy opened the door. And I saw her… I knew it was a Hug day. Something in the way she moved, something in her face, something I cannot quite explain because I am a cat and these are things cats know. Humans don’t always notice these things, but we do. Especially black cats.There is something special about being a black cat with a little white patch on your chest.
Mine is right here. My little white place. My connection to Mommy.
And somehow, today, it was telling me:
Hugging day.

Oh! All right, I know what to do.
I didn’t even try to convince her to go outside. It was chilly anyway.
The sky was mostly cloudy, and when Mommy needs hugs, she does not need cloudy, she needs sunshine. Warmth.Quiet. And a ridiculous amount of love.

So I followed her around. This is what I do: If Mommy walks, I walk; if Mommy stops, I stop.
If Mommy sits down, I climb onto her lap. Very simple. Very scientific.
Sometimes I just stayed there. Sometimes I gave her a hug. Sometimes I probably looked very wise.
I am good at looking wise, it makes humans think we understand everything. Because we do… Mostly.
Now my bowl is full.
My litter box is clean.
Mommy went out of my bedroom again, because apparently there are things that need doing, but she is calmer. I can tell.
She knows. She knows I love her.
And I’m pretty sure Smores knows it too, although she has her own very complicated way of expressing these things.
So that’s the report from here.
Saturday morning.
No big adventure.
No sunshine.

No important neighborhood investigations.
Just Mommy.
And me.
And Smores.
And hugs.
Lots of hugs.
Sometimes you don’t need to fix anything.
Sometimes you just need to sit on somebody’s lap and remind them: I’m here!
And that is what I did today. Because today, my friends… was Hugging Day.
And I, Jack take these things very seriously.
Well…
Except for breakfast. Breakfast is always serious.

Dia de Abraços
Hoje começou como um outro qualquer Sábado.
Só que a Mamã ficou até mais tarde na cama com a Smores.
Gostaria que todos parassem um bocadinho e analisassem a situação:
Era Sábado, o meu estômago estava acordado, a minha fome estava bem acordada, a minha caixa de areia estava à espera de ser inspecionada e eu estava acordado.
A Mamã, no entanto, continuava deitada, no quarto com a Smores.
Durante muito tempo!
Tentei ter paciência, a sério que tentei. Mas um gato só consegue ser paciente durante algum tempo quando o pequeno-almoço, o passeio e a sua Mamã tardam em chegar…

Por isso, chamei-a. Tive de o fazer.
Deixei-lhe bem claro que precisava da minha comida, precisava do meu passeio da manhã e precisava da minha Mamã!
Porque, se a Mamã vai estar mais tempo em casa, então eu preciso mais da Mamã. Isto é perfeitamente lógico!
Não apenas meia hora, não quarenta e cinco minutos.Eu preciso da manhã inteira.
A Smores esteve com ela toda a noite e eu acredito que têm que haver justiça.
Mas quando a Mamã abriu a porta e eu a vi… soube que era Dia de Abraços.
Havia qualquer coisa na maneira como ela se mexia, qualquer coisa no rosto dela, qualquer coisa que não consigo explicar muito bem porque sou um gato e estas são coisas que os gatos percebem.

Os humanos nem sempre reparam nestas coisas, mas nós reparamos. Especialmente os gatos pretos. Há qualquer coisa de especial em ser um gato preto com uma pequena mancha branca no peito.A minha está aqui, bem no coração! Quer dizer, mais coisa, menos cois, mas está cá: O meu pequeno lugar branco. A minha ligação à Mamã.
E, de alguma maneira, hoje estava a dizer-me:
Dia de Abraços.
Oh! Está bem. Eu sei o que fazer.

Nem sequer tentei convencê-la a sair. Até porque estava frio.
O céu estava quase todo nublado e, se a Mamã precisa de abraços, não precisa de nuvens. Precisa de sol. De calor. De sossego.
E de uma quantidade absolutamente ridícula de amor.
Por isso, fui atrás dela. É o que eu faço: se a Mamã anda, eu ando.
Se a Mamã pára, eu paro.
Se a Mamã se senta, eu subo para o seu colo. Muito simples. Muito científico.
Às vezes fico simplesmente ali.
Às vezes dou-lhe um abraço.
Às vezes, provavelmente, faço um ar muito sábio.
Sou bom a fazer um ar sábio, leva os humanos pensar que nós sabemos tudo. Porque até sabemos!
Bem… Na maior parte das vezes.
Agora a minha tigela está cheia.
A minha caixa de areia está limpa.
A Mamã saiu outra vez do meu quarto, porque aparentemente há coisas que precisam de ser feitas, mas está mais calma.
Eu consigo perceber.
Ela sabe.
Ela sabe que eu a amo.
E tenho quase a certeza de que a Smores também sabe, embora tenha a sua própria maneira muito complicada de demonstrar esses sentimentos.
Por isso, é este o relatório daqui.
Manhã de sábado.
Nenhuma grande aventura.
Nenhum sol.

Nenhuma investigação importante pelo bairro.
Só a Mamã.
E eu.
E a Smores.
E abraços.
Muitos abraços.
Às vezes não é preciso resolver nada.
Às vezes basta sentarmo-nos no colo de alguém e lembrá-lo:
Estou aqui!
E foi isso que fiz hoje.
Porque hoje, meus amigos…
foi Dia de Abraços.
E eu, Jack, levo estas coisas muito a sério.
Bem…
Exceto o pequeno-almoço.
O pequeno-almoço é sempre coisa séria.

