
My friends,
Where was I?
Oh yes…
The front porch had become a small indoor pond, Mommy was soaked, the pillows were dripping, and I was safely (and unfairly) locked in my room.
Smores was outside the room the whole time.
She could have warned Mommy about the puddle.
She didn’t.
But then again…
It was her birthday.
We all know how a diva behaves.
So I remained quietly in my room.
At least I was dry, cool, safe…
And my food bowl was full.
While Mommy cleaned the mess, I heard her telling Smores how blessed we were to have a safe home where we could shelter from the storm.
The television was still on in the background…
Until suddenly…
Silence.
The power was gone.
Maybe a tree had fallen.
Maybe not.
How was I supposed to know?
I’m locked in a room!
Later, I questioned Smores, and that’s when I discovered another part of the story.
Apparently, she had insisted on staying in the screened-in porch while the storm was raging.

Mommy disagreed.
There was chasing.
Lots of chasing.
Which explained why Mommy wasn’t only soaked from rescuing the pillows.
She had also been running after Miss Birthday Queen.
Now Mommy faced a new challenge:
A birthday weekend without electricity…
In a house that depends on electricity for almost everything.
New rules immediately went into effect.
No opening outside doors.
No opening windows.
No opening the refrigerator.
And, for reasons only humans understand…
Lots of candles.

I don’t like candles.
To be fair, I don’t like even one candle.
So more than one definitely counts as “lots.”
Eventually, the power returned.
Mommy relaxed.
We all went to bed hoping the next day would be much calmer.
It wasn’t.

The morning was gray and gloomy, but we had electricity, air conditioning, internet, and all the important comforts.
I was finally able to work on my writing.
And for a little while, everything seemed normal again.
Until…
During the afternoon, every phone started ringing.
The television began making alarming noises.
Warning sounds echoed throughout the house.
Another tornado warning.
Do you remember the last one?
I certainly do.
And this one sounded just as serious.
To be continued…
Jack e o Fim de Semana de Tempestades — Parte 2: A Vida sem Eletricidade
Meus amigos,
Onde é que eu ia?
Ah, sim…
O alpendre da frente tinha-se transformado num pequeno lago interior, a Mamã estava encharcada, as almofadas pingavam e eu estava seguro (e injustamente) trancado no meu quarto.

A Smores esteve o tempo todo fora do quarto.
Ela podia ter avisado a Mamã sobre a poça de água.
Não avisou.
Mas, pronto…
… Era o aniversário dela.
Todos sabemos como se comporta uma diva.

Por isso, fiquei sossegado no meu quarto.
Pelo menos estava seco, fresco, seguro… E tinha a minha taça de comida cheia.
Enquanto a Mamã limpava a confusão, ouvi-a a dizer à S’mores como éramos abençoados por ter uma casa segura onde nos podíamos abrigar da tempestade.
A televisão continuava ligada ao fundo…
Até que, de repente…
Silêncio.
A luz tinha ido embora.
Talvez tivesse caído uma árvore.
Talvez não.
Como é que eu havia de saber?!
Estava trancado no meu quarto!

Quando mais tarde, conversei com a Smores, descobri o outro lado da história:
Ao que parece, ela tinha-se recusado a sair do alpendre das traseiras, que enquanto a tempestade rugia lá fora.
A Mamã não concordou e houve perseguição, muita perseguição…
E foi aí que compredndi que a Mamã estava encharcada, não só por causa do resgate das almofadas, mas também por causa da perseguição a Sua Alteza, a Rainha do Aniversário.
Agora a Mamã enfrentava um novo desafio:
Um fim de semana de aniversário sem eletricidade…
Numa casa que depende da eletricidade para quase tudo.
Novas regras entraram imediatamente em vigor:
Nada de abrir portas para o exterior.
Nada de abrir janelas.
Nada de abrir o frigorífico.
E, por razões que só os humanos compreendem…
Muitas velas.
Eu não gosto de velas.
Para ser justo, não gosto nem de uma vela sozinha.
Portanto, mais do que uma conta definitivamente como “muitas”.
Por fim, a luz voltou.
A Mamã relaxou.
Fomos todos deitar-nos com esperança de que o dia seguinte fosse bem mais calmo.
Não foi.
A manhã amanheceu cinzenta e sombria, mas tínhamos eletricidade, ar condicionado, internet e todas as comodidades importantes.

Finalmente pude dedicar-me à minha escrita.
E, por instantes, tudo pareceu voltar ao normal.
Até que…
Durante a tarde, todos os telemóveis começaram a tocar.
A televisão começou a fazer sons alarmantes.
Sinais de aviso ecoavam por toda a casa.
Outro aviso de tornado.
Lembram-se do último?
Eu lembro-me perfeitamente.
E este soava igualmente sério.

(Continua…)

